Elaboramos, em grupo, um objeto interativo no SketchUp para corte em impressora 3D. O objeto elaborado por meu grupo consiste em uma espécie de viseira, que impede a visão de um dos usuários, ligada a três latas na configuração de um "telefone sem-fio". Com isso, o objeto promove uma interação entre duas pessoas em que um é orientado auditivamente pelo outro, sem que possa se orientar pela visão.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
terça-feira, 5 de julho de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Crítica e reformulação do objeto interativo
O objeto que me foi dado, para criticar e repensar, foi o da Luiza Okubo. Baseado nas discussões sobre interação realizadas em sala, acredito que o objeto tenha ficado preso na interação proativa. Isso, porque apesar de bastante convidativo, ele apresenta sempre uma mesma resposta ao estímulo que recebe. Penso, também, ser um objeto finalístico, pois foi pensado para dar essa mesma resposta a somente um tipo de estímulo. Para que o potencial dessa interação fosse melhor explorado, acredito que a combinação desse objeto com o da Ana Carolina e o do Vinícius seria uma boa opção.
Imagino que se as pessoas pudessem enfiar as mãos em uma base parecida com a de tais objetos, mantendo a ideia da Ana de que as pessoas vissem as sombras de suas mãos projetadas, porém que o toque ativasse os motores, como no objeto do Vinícius, a interação seria mais completa. As pessoas não saberiam, ao certo, qual motor iriam ativar a partir da interação que estariam estabelecendo umas com as outras. Ou seja, seriam diferentes inputs, resultando em diferentes e aleatórios outputs.
domingo, 29 de maio de 2016
Inhotim- Pavilhão da Lygia Pape
O Pavilhão da Lygia Pape (Inhotim) nos surpreende logo quando nos deparamos com ele. Os caminhos que nos levam ao edifício estão acima dele, o que faz com que tenhamos a impressão de estarmos chegando a um lugar escondido, como uma caverna, por exemplo. A vegetação ao redor contribui para esse efeito. O formato do edifício é bastante diferente do usual, porém essa forma não dialoga com a obra de Lygia Pape. Ao adentrarmos o pavilhão, as paredes parecem comprimir o ambiente a nossa volta, de forma a nos "empurrar" em direção à obra e as luzes durante o caminho parecem servir apenas para indicar os limites desse percurso. Quando estamos de frente para a obra, esses limites tornam-se confusos, sumindo e aparecendo na escuridão conforme contornamos o ambiente. Essa escuridão faz com que nossa atenção fique totalmente voltada aos fios metálicos que ligam o teto ao chão e que se confundem com feixes de luz infinitos. Lygia Pape brinca com nossa percepção da luz e dos limites de sua obra durante toda imersão no ambiente.
Festival Permanente
O Festival Permanente de Bandas é um festival de bandas locais que ocorre no Viaduto Santa Tereza. O evento reúne bandas de diversos estilos musicais e um público bastante variado durante duas tardes e duas noites. É bastante interessante levar aos moradores os sons das bandas locais que eles, normalmente, não conhecem. O problema é que o festival ainda faz isso de maneira precária, talvez por não ser um evento tão divulgado, o que acaba atraindo um público bem inferior ao que seria possível.
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